Uma miscelânea multiétnica, apartidária e desrotulada. A sonora harmonia dos contrastes.
28 janeiro 2011
Egito

Para maiores informações sobre a viagem:
http://www.arabist.net/
http://www.arabist.net/blog/2011/1/28/urgent-egypt-has-shut-off-the-internet.html
http://www.arabist.net/blog/2011/1/28/phones-disrupted-sms-and-blackberry.html
http://www.arabist.net/blog/2011/1/28/arson-and-agents-provocateurs-in-central-cairo.html
http://mondoweiss.net/
27 janeiro 2011
" Premakes" UP! (1965)
ps: para os fãs de Lost, aqui vai outro:
24 janeiro 2011
Diário de um viajante - O retorno [2]
O otimismo dos jovens
Coluna 1: Meu futuro é promissor
Coluna 2: O futuro do meu país é promissor
* Resposta positiva as questões
A globalização vista pela juventude do mundo

Azul: A globalização é uma ameaça.
Verde: A globalização é uma oportunidade
A religião

eixo x: % de jovens considerando que a religião é importante na identidade pessoal.
Confiança no governo
coluna 2: confiança no parlamento
A poluição é uma das maiores ameaças para a sociedade
As relações sexuais deveriam ser autorizadas somente depois do casamento.
ps: de acordo com um ranking da CNN, os brasileiros foram tidos como o povo
mais legal do mundo!!
Sempre soube...
http://www.cnngo.com/explorations/life/12-coolest-nationalities-earth-050844?page=0,0

21 janeiro 2011
Diplomacia e glamour
Michelle Obama


Carla Bruni

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No ano passado, em uma recepção oficial ao presidente russo usou uns sapatos Christian Louboutin de salto baixo e um vestido Roland Mouret de corpo inteiro azul, até ai tudo bem, mas o problema é que ele meio q mostrou demais (para uma primeira dama). Por ser justo, suas curvas ficaram evidentes e mostrou que a Sra. Sarkozy não usava sutiã. Resultado: a impressa só falou da Carla e pouca importância deram aos acordos firmados durante o jantar.

Kate Middleton

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ps: eu to enganada ou parece q a Kate so usa aquele sapato preto q esta nas fotos acima?!
15 janeiro 2011
Misturinha
Não é segredo pra ninguém que eu não sou a maior aficcionada por música, o meu pouco interesse se deve muitas vezes a simples falta de atenção e também a falta de tempo [principalmente quando as aulas voltam]. Talvez isso se deva também ao simples fato de que eu sou uma amante da rotina e não me importo de ficar ouvindo sempre os mesmos artistas.
Mas MUITA calma nessa hora! Nada disso significa que sou avessa a novidades, muito pelo contrário.
Mesmo com todo esse torpor que compromete minha audição e coisas do gênero, notei que essa época do ano é a que MAIS novidades aparecem, sejam elas novas músicas e álbuns de artistas consagrados ou até mesmo bandas das quais nunca ouvimos falar antes.
Assim como não segredo que eu sou quase uma porta no quesito novidades, o fato de eu ser apaixonada por sertanejo também não é guardado a sete chaves. Esses dias estava eu com uma amiga e ela me apresenta uma dupla sertaneja que não é nenhuma dessas que fazem sucesso pelas estradas do país. Ate aí tudo bem, mas o que torna a dupla uma sensação no badalado youtube é o detalhe de que os dois fazem vídeos com adaptações sertanejas de grandes hits do funk [Funknejo =D]. Preciso dizer que a diferença de um ritmo para outro é MUITO grande. Parece até que a música ganha mais poesia quando vira sertaneja.
Maas claro que isso só deve acontecer porque eu realmente gosto de sertanejo. Antes que me perguntem, não estou apaixonada e nem sofrendo de amor. Eu só gosto do ritmo, o que não me impede de ouvir outras músicas, é claro. =]
Apreciem alguns dos sucessos da dupla:
Será que o Funknejo vai virar tendência esse ano?
Particularmente me divirto com essas misturas. FALEI!
Nem Me Ligue!
A.
Ps.: Eu seei que tem muita gente que não gosta de sertanejo e MUITO MENOS de funk e blá blá blá, mas DÁ NADA, ouve mesmo assim é divertido. Isso tudo não passa de um pequeno [ou talvez médio, ou ainda grande] traço de preconceito que existe dentro de você. O fato de você ouvir algo que não é totalmente Cult não quer dizer que você não tem nada na cabeça, não é a música que você ouve que vai dizer que tipo de pessoa você é. Lembre-se também que o conceito de bom e ruim é um juízo de valor e varia de pessoa para pessoa, ou seja o que você considera como bom ou ruim pode não ser bom ou ruim para outra pessoa #fikdik
Portanto, assim como eu respeito quem não tem o mesmo gosto musical que eu, me sentiria lisonjeada se pudesse ser respeitada também, GRATA! =D
05 janeiro 2011
Pensando no futuro
Jornalistas do mundo inteiro devem dar um braço para conseguir saber qual a bomba que o porta-voz da Casa Branca vai divulgar pelo menos alguns minutos antes dos concorrentes, mas tirando esses e os próprios estadunidenses, poucas pessoas devem saber realmente quem é essa pessoa no jogo do bicho.
Desde que chegou ao cargo de presidente, Barack Obama, nomeou Robert Gibbs para essa função no mínimo eletrizante. Entretanto o moço [não tão moço assim e que lembra um duende. FALEI!] deixou a Casa Branca. A notícia talvez tenha chocado aqueles que acompanham de perto a política estadunidense, porque Gibbs foi responsável pela comunicação de Obama na corrida presidencial em 2008 e, desde então, não largou a barra da calça do primeiro presidente negro dos EUA [nós tivemos uma mulher primeiro que eles, RÁ xD].
Para surpresa de muitos, o motivo da saída dele dos quadros da Casa Branca não foi um desentendimento com o presidente ou qualquer outra coisa que possa ter passado pelas mentes mais criativas. O fato é que na terra do Tio Sam cidadãos e cidadãs dos cinqüenta estados terão que ir as urnas para escolher seu presidente em [#] 2012 [Facts :9]. E o colaborador de Obama é conhecido por ser um ótimo estrategista político e especialista em mídia o que o coloca mais uma vez a frente da campanha de Obama para a reeleição ano que vem.
A dúvida que fica é: Será que ele vai conseguir se reeleger?
A mudança tão falada durante a campanha ficou quase que só na promessa. Tirando a tentativa de diálogo com o mundo árabe e a retirada de tropas do Afeganistão no meio internacional e a aprovação da reforma da Saúde em âmbito interno. O presidente não fez muita coisa, além de tentar conduzir a crise. Com o estardalhaço que ele fez no mundo inteiro ao se eleger eu esperava algo mais, só que ele se reservou a fazer o básico e tentou não cometer erros principalmente por conta da crise. A herança do governo Bush deve ter sido pesada para ele [#FATO]. Talvez no segundo governo ele consiga fazer algo mais, ou não.
Tá aí mais uma novela para acompanhar.
Se você pensava que jogos políticos só existiam aqui no Brasil, eis aí aprova de que política é igual em todo lugar.
Termino aqui com um grande Nem Me Ligue a Demagogia,
A.
03 janeiro 2011
Diário de um viajante - O retorno

E a política externa?
Caros leitores,
Não consigo controlar meu impulso político e esse vai ser mais um post nessa área que desagrada a muitos, mas não sei porque carga d’água me fascina tanto [NÃO, não quero ser política, BEIJOS!].
Não sei porque, mas gosto de ler algumas coisas várias vezes e o meu alvo da vez é o discurso da Dilma [sim, aquele que eu postei o vídeo aqui]. Pode ser que daqui p. o fim do mês eu poste cada trecho do discurso só para ter algo p. fazer nas férias, mas é mais provável que não xD
O fato é que estava eu a ler [de novo] o discurso da nossa presidente e achei a parte que ela elenca os princípios norteadores da política externa brasileira [PEB, pra os íntimos], acompanhe:
(...) Meus queridos brasileiros e brasileiras,
Nossa política externa estará baseada nos valores clássicos da tradição diplomática brasileira: promoção da paz, respeito ao princípio de não intervenção, defesa dos Direitos Humanos e fortalecimento do multilateralismo. (...)
O que isso significa?
Significa que mais uma vez o Brasil estará alinhado com os princípios da ONU de manutenção da paz, ou seja, que o país não vai dar uma de Coreia do Norte e sair atacando os vizinhos porque o país repudia atos de desequilíbrio da segurança internacional.
Com não intervenção, ela quis dizer que o Brasil não vai dar uma de EUA e invadir países por qualquer motivo que seja. Significa que o país respeita a soberania de todos os outros países do globo e que não vai intervir diretamente em nenhum deles, como se recusou a fazer em 2003 na invasão do Iraque.
A defesa dos Direitos Humanos é um dos calos do Brasil no exterior e já foi muito atacado por outros países por levantar essa bandeira, mas ainda assim ser palco de prisões superlotadas, trabalho infantil e escravo, entre outras coisas. Ainda assim, não somos o maior exemplo de desrespeito aos direitos humanos [Oi China =D] e temos avançado nesse quesito com a redução dos índices citados.
Quem é multilateralismo? Como o próprio nome já diz, advém de muitos lados. Ou seja, o Brasil da Dilma vai levantar a bandeira de negociações com vários países na mesa e não apenas os países ricos como aconteceu por muito tempo. Na era Lula [que é como estão chamando por aí o período de 2003-2010] essa bandeira foi levantada de com força expurgando de vez aquela ideia de que o Brasil tem que ser cachorrinho dos EUA que o FHC adorava.
No discurso a importância que o novo governo dá ao multilateralismo se encontra nas seguintes palavras:
(...) Seguiremos aprofundando o relacionamento com nossos vizinhos sul-americanos; com nossos irmãos da América Latina e do Caribe; com nossos irmãos africanos e com os povos do Oriente Médio e dos países asiáticos. Preservaremos e aprofundaremos o relacionamento com os Estados Unidos e com a União Europeia.
Vamos dar grande atenção aos países emergentes.
O Brasil reitera, com veemência e firmeza, a decisão de associar seu desenvolvimento econômico, social e político ao nosso continente.
Podemos transformar nossa região em componente essencial do mundo multipolar que se anuncia, dando consistência cada vez maior ao Mercosul e à Unasul. Vamos contribuir para a estabilidade financeira internacional, com uma intervenção qualificada nos fóruns multilaterais. (...)
Nesse trecho fica evidente também que a Unasul e o Mercosul são organizações de vital importância para o governo, uma vez que quer unir o crescimento do país ao crescimento da região sul-americana e também da América como um todo, pois o Brasil tem mantido relações estreitas com os países Caribenhos e centro-americanos.
Nos governos anteriores ao de Lula a área internacional não tinha tanta visibilidade e as relações dadas como prioritárias era com países europeus e os EUA basicamente. Havia tentativa d aproximação com os vizinhos, mas nada muito pontual, a Argentina era considerado como ponto focal, mas os outros parceiros era meio que deixados de lado, mesmo os companheiros de Mercosul foram jogados para escanteio. E as viagens tão mal faladas do ex-presidente serviram justamente para reorganizar a casa e buscar parcerias que eram [e são] necessárias ao plano de desenvolvimento brasileiro. Foram elas também que tornaram o Brasil mais bem visto no cenário internacional.
Ela foi bem pontual na questão de armamentos nucleares:
(...)Nossa tradição de defesa da paz não nos permite qualquer indiferença frente à existência de enormes arsenais atômicos, à proliferação nuclear, ao terrorismo e ao crime organizado transnacional.(...)
Portanto o país vai continuar a seguir os ditames do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), mas com esse discurso será que a nova presidente vai continuar buscando aproximação com o Irã? Eu sempre vejo o problema da questão nuclear de duas formas: pode ser que ele de fato só queira enriquecer urânio para fins pacíficos e todo esse circo montado em cima desse tema seja mais uma artemanha dos EUA [o que não é impossível]. Assim como pode ser que o Ahmadinejad seja um lobo em pele de cordeiro. O Lula esteve mais inclinado a minha primeira opinião, mas ainda não sei dizer o que a Dilma pensa e dependendo das atitudes que ela tomar, esse pode ser um ponto de descontinuidade com o governo anterior [Olho nos próximos lances do tabuleiro #fikdik].
Mais uma vez, ela mostrou reconhecimento e respeito pelos princípios da ONU e com a provável governança mundial que esse e outros organismos exercem no cenário internacional:
(...) Nossa ação política externa continuará propugnando pela reforma dos organismos de governança mundial, em especial as Nações Unidas e seu Conselho de Segurança. (...)
E para não perder o costume e mostrar que o Brasil vai continuar a apoiar a FAO ela falou sobre a fome e a miséria e no compromisso do governo brasileiro com a luta contra esse males.
A atenção dada a parte internacional foi consideravelmente maior do que a que eu já vi em outros discursos de presidentes brasileiros. Ainda assim, acredito que a população deva ser melhor informada quanto às questões de política externa, pois o Brasil está, cada vez mais, se tornando um ator internacional de renome e temos que debater internamente as questões internacionais, para que o governo se oriente de fato pelo interesse nacional e a busca pelo desenvolvimento [UI! Fui muito nacionalista FALEI!].
Fiquem atentos aos próximos passos do governo ;]
Nem Me Ligue!
A.
02 janeiro 2011
Quem é quem na Esplanada

O que devemos esperar de D. Dilma?
01 janeiro 2011
Nunca antes na história deste país
